Chave artificial de identificação de espécies de Hyphessobrycon eques

Hyphessobrycon eques Steindachner, 1882

1” – Dentes sempre cuspidados, volumosos ou comprimidos ............23

23” – Dentes do dentário em uma única série; dentes pré maxilares em duas fileiras (exceto em  Creagrutus spp., e  Bryconops alburnoides, que também possuem 3 fileiras); anel orbital não contínuo, na maioria das vezes sem o osso supraorbital, nos poucos casos em que este é presente, não contatando o osso antorbital e/ou o sexto infraorbital ..............................................31

31” – Série infraorbital geralmente incompleta, supraorbital, quando não ausente, não em contato com os demais ossos da série orbital, fazendo com que o osso frontal participe da delimitação da órbita; corpo de alto a alongado, tipicamente apresentando marcas escuras (mancha umeral, pigmentação da nadadeira caudal), não lembrando exemplares da ordem Clupeiformes ..............................................................................................33

33 – Corpo alto a alongado, tipicamente mais do que 25% no comprimento padrão (exceto Bryconops spp. e Aphyocharax spp.); dentes comprimidos ou volumosos, mas nunca pedicelados (i.e., sem uma base/haste, “coroa” diretamente implantada nos ossos mandibulares); membranas branquiais livres entre si e unidas ao istmo; nadadeira dorsal tipicamente na altura do meio do corpo (exceto em Chrysobrycon sp.) ..........................................38

38” – Pseudotímpano presente ou ausente; mancha umeral geralmente presente; dentes cônicos, tricuspidados ou multicuspidados, no último caso, geralmente não comprimidos (i.e., volumosos) e bastante diferenciados em tamanho, gradualmente menores a partir da sínfise (espécies com dentes comprimidos e com tamanho similar que seguem a partir desse passo, como Jupiaba acanthogaster, não tem pseudotímpano) ....................................47

47” – Duas séries de dentes no pré-maxilar (exceto Hyphessobrycon megalopterus, H. sweglesi, ‘Cheirodon” troenmerie Petitella georgiae); linha lateral completa ou incompleta ...................................................................60

60” – Pseudotímpano geralmente ausente, quando presente pouco conspícuo (exceto em algumas espécies de Hyphessobrycon); corpo pouco ou nada translúcido em vida; colorido tipicamente mais diverso do que o descrito acima ..............................................................................................................64

64” – Osso maxilar curto a médio, tipicamente não atingindo a região de contato do segundo e terceiro ossos infraorbitais, e sem curvatura pronunciada na região anterior ...................................................................70

70” – Tipicamente 5 ou mais dentes na série interna do pré-maxilar; tipicamente 9 raios ramificados na nadadeira dorsal; corpo de alongado a alto .........................................................................................................................81

81” – Linha lateral incompleta ....................................................................126

126” – Lobo inferior da nadadeira caudal do mesmo tamanho do lobo superior, sem faixa escura; nadadeira anal tipicamente com mais que 15 raios ramificados, lobo da nadadeira anal sempre menor que  o comprimento da base da nadadeira (exceto Hemigrammys hyanuarye H. analis) .............128

128’ – Nadadeira dorsal com uma grande mancha escura na porção médio-distal da nadadeira (ver também Microschemobrycon melanotus) .........129

129” – Nadadeira anal tipicamente hialina ou com alguma pigmentação escura, mas jamais formando uma listra preta vertical ............................130

130” – Dentes da série interna do pré-maxilar, dentário e maxila pentacuspidados a heptacuspidados; até três dentes no maxilar, a maioria pentacuspidados ............................................................................................134

134’ – Mácula umeral negra conspícua, ligeiramente arredondada ou verticalmente alongada ..................................................................................135

135” – Dentes do pré-maxilar em duas séries, pentacuspidados ..............136

136” – Nadadeira anal com as extremidades dos raios negros e porção posterior (últimos sete raios) com mancha negra conspícua; perfil anterior da nadadeira anal relativamente retilínea ou levemente côncava; mancha negra na nadadeira dorsal abrangendo mais que a metade do comprimento e extensão longitudinal da nadadeira  .....................Hyphessobrycon eques

Hyphessobrycon eques,Tetra Mato Grosso, Blood characin, Serpa tetra

Hyphessobrycon eques Steindachner, 1882 

Segundo o FISHBASE:

Reino = Animalia ; Filo = Chordata ; Classe = Actinopterygii ; Ordem = Characiformes ; Família = Characidae ; Gênero = Hyphessobrycon.

Países de Distribuição: América do Sul: bacia hidrográfica do Amazonas, Guaporé e Paraguai.

Tamanho - Comprimento máximo: 4,0 cm.

Sinônimos: Hyphessobrycon eques, Chirodon eques, Cheirodon eques, Megalamphodus eques, Tetragonopterus callistus, Hyphessobrycon callistus, Hemigrammus melasopterus, Hyphessobrycon serpae, Hemigrammus serpae.

Nome vulgar do Hyphessobrycon eques: Tetra Mato Grosso, Blood characin, Serpa tetra, Callistus tetra, Jewel tetra (EUA).

Hyphessobrycon eques,Tetra Mato Grosso, Blood characin, Serpa tetra

Referência: Weitzman, S.H. and L. Palmer, 1997. A new species of Hyphessobrycon (Teleostei: Characidae) from Neblina region of Venezuela and Brazil, with comments on the putative 'rosy tetra clade'. Ichthyol. Explor. Freshwat. 7(3/4):209-242. 

Hyphessobrycon eques,Tetra Mato Grosso, Blood characin, Serpa tetra

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Referências:

Heterocharax macrolepis: piaba, tetra violeta, Sardinita, Viherkuultotetra

FISHBASE = https://www.fishbase.de/summary/Hyphessobrycon-eques

INSTRUÇÃO NORMATIVA INTERMINISTERIAL N°1, DE 3 DE JANEIRO DE 2012. Diário Oficial da União – Seção I, Nº3, quarta-feira, 4 de janeiro de 2012, páginas 26 a 42 – ISSN 1677-7042 INI MPA-MMA (n01-2012 - Peixes Ornamentais Continentais.pdf)

Burt, A., D.L. Kramer, K. Nakatsuru and C. Spry, 1988. The tempo of reproduction in Hyphessobrycon pulchripinnis (Characidae), with a discussion on the biology of 'multiple spawning' in fishes. Environ. Biol. Fish. 22(1):15-27.

Géry, J., 1977. Characoids of the world. Neptune City ; Reigate : T.F.H. [etc.]; 672 p. : ill. (chiefly col.) ; 23 cm.

Lima, F.C.T., L.R. Malabarba, P.A. Buckup, J.F. Pezzi da Silva, R.P. Vari, A. Harold, R. Benine, O.T. Oyakawa, C.S. Pavanelli, N.A. Menezes, C.A.S. Lucena, M.C.S.L. Malabarba, Z.M.S. Lucena, R.E. Reis, F. Langeani, C. Moreira et al. …, 2003. Genera Incertae Sedis in Characidae. p. 106-168. In R.E. Reis, S.O. Kullander and C.J. Ferraris, Jr. (eds.) Checklist of the Freshwater Fishes of South and Central America. Porto Alegre: EDIPUCRS, Brasil.

Lucena, C.A.S. and N.A. Menezes, 2003. Subfamily Characinae (Characins, tetras). p. 200-208. In R.E. Reis, S.O. Kullander and C.J. Ferraris, Jr. (eds.) Checklist of the Freshwater Fishes of South and Central America. Porto Alegre: EDIPUCRS, Brasil.

Mattox, G.M.T., Britz, R., Toledo-Piza, M. & Marinho, M.M.F. (2013): Cyanogaster noctivaga, a remarkable new genus and species of miniature fish from the Rio Negro, Amazon basin (Ostariophysi: Characidae). Ichthyological Exploration of Freshwaters, 23 (4) [2012]: 297-318.

Moreira, C.R. 2007. Relações filogenéticas na ordem Characiformes (Teleostei: Ostariophysi). Tese de doutorado não publicada, Universidade de São Paulo, 468p.

Nelson, Joseph, S. (2006). Fishes of the World. John Wiley & Sons, Inc. ISBN 0-471-25031-7.; Buckup P.A.: "Relationships of the Characidiinae and phylogeny of characiform fishes (Teleostei: Ostariophysi)", Phylogeny and Classification of Neotropical Fishes, L.R. Malabarba, R.E. Reis, R.P. Vari, Z.M. Lucena, eds. (Porto Alegre: Edipucr) 1998:123-144.

Planquette, P., P. Keith and P.-Y. Le Bail, 1996. Atlas des poissons d'eau douce de Guyane. Tome 1. Collection du Patrimoine Naturel Volume 22, MNHN, Paris & INRA, Paris. 429 p.

Robins, C.R., R.M. Bailey, C.E. Bond, J.R. Brooker, E.A. Lachner, R.N. Lea and W.B. Scott, 1991. World fishes important to North Americans. Exclusive of species from the continental waters of the United States and Canada. Am. Fish. Soc. Spec. Publ. (21):243 p.  

Weitzman, M. and S.H. Weitzman, 2003. Lebiasinidae (Pencil fishes). p. 241-251. In R.E. Reis, S.O. Kullander and C.J. Ferraris, Jr. (eds.) Checklist of the Freshwater Fishes of South and Central America. Porto Alegre: EDIPUCRS, Brasil.

Weitzman, S.H. and L. Palmer, 1997. A new species of Hyphessobrycon (Teleostei: Characidae) from Neblina region of Venezuela and Brazil, with comments on the putative 'rosy tetra clade'. Ichthyol. Explor. Freshwat. 7(3/4):209-242.


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