Existem centenas de variações de acarás discos.

Conheça alguns tipos de acará disco clicando em cima dos links:

Symphysodon discus - BARRA MANSA

 Symphysodon discus - BLUE FACE 

Symphysodon discus - BROWN

Symphysodon discus - CUIPEUA

Symphysodon discus - CURUÁ

Symphysodon discus - GRAY GREEN

Symphysodon discus - HECKEL

Symphysodon discus - INANU

Symphysodon discus - LAGO GRANDE

Symphysodon discus - NHAMUNDÁ

Symphysodon discus - MIX

Symphysodon discus - ORANGE LAGO GRANDE

Symphysodon discus - ROYAL

Symphysodon discus - SEMIROYAL

Symphysodon discus - SOLID

Os acarás discos selvagens são peixes que vivem em pequenos cardumes. Separam-se em casais apenas na época da reprodução, normalmente, entre os meses de janeiro e fevereiro. Na natureza, no período da reprodução, os acarás discos ficam agressivos, magros e feios. Protegem os ovos e nutrem os filhotes com o muco do próprio corpo. É comum encontra-los aos pares nos tocos dos arbustos das matas alagadas. Neste período, se forem capturados, terminam por adoecer e dificilmente se recuperam. Então, durante a reprodução dos discos selvagens, eles não são molestados pelos pescadores. Em fevereiro a água dos rios já subiu bastante, e os discos e seus filhotes somem na floresta inundada. Por isso, a safra de captura de disco se dá somente entre os meses de agosto a dezembro.

Symphysodon discus

Chave de Identificação do Acará Disco - Symphysodon discus

1” – Ausência de uma mancha escura na extremidade posterior do opérculo................................................................................................3

3” – Arranjo dos lábios tipo “americano”, ou seja, a pele do dentário dobra-se sobre a da extremidade posterior da pré-maxila ............................6

6” – Mais de uma série de dentes nas maxilas, todos os dentes móveis (depressíveis).....................................................................................7

7” – Primeiro arco branquial com rastros curtos e menos numerosos (40 ou menos rastros)...................................................................................9

9” – Escamas da linha lateral com um canal sensorial ................11

11” – Ausência de um lóbulo bem desenvolvido no primeiro arco branquial .............................................................................................................19

19’ – Quarenta ou mais escamas na série E1..................................20

20’ – Corpo alto e fortemente comprimido, em formato de disco; seis ou mais espinhos na nadadeira anal..............................................................21

21’ – Faixa vertical no centro do corpo bem evidente e mais larga que as demais faixas dos flancos.....................................Symphysodon discus

Referência: QUEIROZ, L. J.; VILARA, G. T.; OHARA, W. M.; PIRES, T. H. S.;. ZUANON, J.; DORIA, C. R. C. Peixes do Rio MadeiraVolume I, 2013

Symphysodon discus


Symphysodon discus

Referências:

FISHBASE = https://www.fishbase.de/summary/Symphysodon-discus

INSTRUÇÃO NORMATIVA INTERMINISTERIAL N°1, DE 3 DE JANEIRO DE 2012. Diário Oficial da União – Seção I, Nº3, quarta-feira, 4 de janeiro de 2012, páginas 26 a 42 – ISSN 1677-7042 INI MPA-MMA (n01-2012 - Peixes Ornamentais Continentais.pdf)

Barriga, R. 1991 Peces de agua dulce del Ecuador. Revista de Informacion tecnico-cientifica, Quito, Ecuador, Politecnica, XVI(3):7-88

Baensch, H.A. and R. Riehl 1995 Aquarien Atlas. Band 4. Mergus Verlag GmbH, Verlag für Natur- und Heimtierkunde, Melle, Germany. 864p.

Buckup, P. A., & Santos, G. M. 2010. Ictiofauna da Ecorregião Xingu-Tapajós: fatos e perspectivas. Boletim da Sociedade Brasileira de Ictiologia, 98, 3-9.

Camargo, M., Giarrizzo, T., & Carvalho Júnior, J. 2005. Levantamento ecológico rápido da fauna ictica de tributários do Médio-baixo Tapajós e Curuá. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, 1(2), 213-231

ICMBIO Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Levantamento da Ictiofauna, Caracterização Genética e da Fauna Parasitária da bacia hidrográfica do rio Tapajós. 2011

Fernández-Yépez, A. 1969. Contribucion al conocimiento de los cichlidos. Evências, 22: 1-16.

Kullander, S. O. 1986. Cichlid fishes of the Amazon River drainage of Peru. Swedish Museum of Natural History. Stockholm, Naturhistoriska Riksmuseet, 431p.

Kullander, S. O. 1998. A phylogeny and classification of the South American Cichlidae (Teleostei: Perciformes). Pp. 461-498. In: L. R. Malabarba, R. E. Reis, R. P. Vari, Z. M. S. Lucena & C. A. S. Lucena (Eds.). Phylogeny and classification of Neotropical fishes. Porto Alegre, Edipucrs, 603p.

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      Na Amazônia, do século XIX, devido à cobiça pela borracha, Wawatu, cunhatã do clã Aruak, tem sua aldeia dizimada por brancos. Apesar de ser forçada a viajar para um local desconhecido, casar-se com guerreiro de origem Karib e sofrer com as diferenças de costumes de seus familiares, ela se apaixona.

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