As arraias de água-doce são peixes que têm o esqueleto cartilaginoso e pertencem a família dos tubarões.

São temidas pelo homem, porque possuem ferrão localizado na cauda, por onde liberam um veneno doloroso e do qual se utilizam quando se sentem ameaçadas ou ao serem importunadas.

As fêmeas são maiores e mais pesadas que os machos, devido à largura do seu disco estar relacionada com a quantidade (e não tamanho) de filhos que poderão gerar.

 

O macho possui dois testículos que produzem espermas e dois órgãos copuladores chamados clásperes que se localizam na parte ventral em um dobramento da nadadeira pélvica.

 

A fêmea possui dois ovários, tem dois úteros ativos que podem abrigar de 1 a 19 embriões (dependendo da sua espécie e idade) em diferentes estágios de desenvolvimento, é capaz de armazenar esperma e sua vagina desemboca numa cloaca comum.

 

A cópula é geralmente noturna e na época da cheia dos rios, sendo que durante o ato sexual o macho morde a fêmea e segura-a com sua mandíbula.

 

A gestação dura de 3 a 9 meses, e a reprodução é regulada pelo ciclo hidrológico.

 

As grávidas abortam facilmente ao serem molestadas ou capturadas, na tentativa de proporcionar a sobrevivência de algum embrião mais maduro.

 

A grande maioria das fêmeas dá a luz no período das chuvas, as crias já nascem com ferrão e para não machucarem a mãe, são expulsas do útero pela cabeça e os embriões saem enrolados sobre si mesmo.

 

Este peixe apresenta cuidado materno, sendo que após o parto, a mãe permanece com os filhotes no dorso protegendo-os de predadores por três a cinco dias.

 

As arraias de água doce são capturadas ou mortas na Amazônia brasileira por causa do comércio ornamental, ou do comércio de consumo ou pela prática da pesca negativa, que é a prática de matar a raia ou cortar sua cauda com o objetivo de prevenção contra as ferroadas principalmente, nas praias utilizadas pelo ecoturismo, onde se faz a “limpeza das praias fluviais” antes da chegada dos turistas.

 

Potamotrygonidae: Paratrygon sp., Plesiotrygon sp. e Potamotrygon sp

 

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      Na Amazônia, do século XIX, devido à cobiça pela borracha, Wawatu, cunhatã do clã Aruak, tem sua aldeia dizimada por brancos. Apesar de ser forçada a viajar para um local desconhecido, casar-se com guerreiro de origem Karib e sofrer com as diferenças de costumes de seus familiares, ela se apaixona.

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