Gaivota Rapineira Mandrião-parasítico Stercorarius parasiticus  Stercorariidae Floresta Água Norte Celcoimbra Ave Marinha Latina Pássaro Litoral Atlântico Bicho Amazônia Pará Brasil Parasitic Jaeger  Arctic Skua

     A gaivota rapineira, também chamada de mandrião parasítico, é uma ave polar migratória, presente no Brasil ao longo do litoral, que ocasionalmente sobe o rio Amazonas, sendo muito comum encontrá-la no período do inverno, aos bandos, pescando e caçando no Atlântico da costa da Amazônia.

      O habitat natural desse animal é a tundra, bioma das regiões frias que se caracteriza pela pouca fauna e flora e pela presença de geleiras. Lá eles vivem perto dos rios e da costa dos oceanos.

       Esse tipo de gaivota mede em média 45 cm e pesa de 300 a 550 gramas, possui bico recurvado, unhas longas e pontiagudas. Apesar dessa espécie apresentar variações de cor, em geral,  os adultos são reconhecidos por apresentarem cabeça e bico negros, pescoço e dorso brancos ou amarelados, pés e ponta das asas escuras e com projeção pontiaguda central acompanhando a cauda.

      Essas aves são gregárias, formam pares monogâmicos e constroem ninhos nas tundras juntos de outras colônias de pássaros marinhos, os quais parasitam. Normalmente reproduzem uma vez a cada ano, depois que atingem a maturidade sexual com 4 ou 5 anos, quando retornam as áreas de reprodução e estabelecem territórios.

      Elas nidificam em grande quantidade no norte da Eurásia e América do Norte. Apresentam dimorfismo sexual, onde as fêmeas são bem maiores que os machos. Geralmente fazem o acasalamento no mesmo lugar em locais próximos as fontes confiáveis de alimentos.

      Seus ninhos são construídos em terreno seco elevado ou em ilhas, onde a fêmea coloca de um a dois ovos esverdeados com manchas marrons, que é encubado por ambos os pais, os quais defendem seu território ferozmente atacando com bicadas qualquer intruso que se aproxime.

      O tempo de choco dura cerca de 27 dias e o filhote nasce altricial, coberto apenas por penas felpudas, ou seja,  a cria é completamente dependente dos pais, fica imóvel, apresenta os olhos fechados e precisa ser alimentada e protegida pelos adultos.

      Entretanto em 30 dias, as gaivotinhas já estão arriscando seus primeiros voos. O mandrião parasitário imaturo tem a plumagem mais escura e acompanha os adultos nas migrações, depois forma grupo de jovens, e geralmente passa seus dois primeiros anos de vida no mar abeto, sem retornar às áreas de reprodução.

      Esses animais são piscívoros e cleptoparasitas, ou seja, roubam comida de outras aves marinhas. Também são predadores de ovos e filhotes de outras aves e caçam pequenos roedores, pássaros, frutos e insetos.

      A gaivota rapineira voa do hemisfério norte para o hemisfério sul. Vive mais de 30 anos, É uma migrante trans-equatorial que inverna na costa sul-americana, e é durante estas migrações que aparece no litoral brasileiro como vagante, sempre se utilizando da pirataria, proporcionando espetáculos acrobáticos e formando um belíssimo conjunto com as praias e as cores das águas tropicais.

STERCORARIIDAE - Stercorarius parasiticus

      OBS: FILHOTE ALTRICIAL OU NIDÍCOLA = ave recem-nascida, cega, sem penas, incapaz de se locomover, totalmente dependente dos pais.

Gaivota Rapineira Mandrião-parasítico Stercorarius parasiticus  Stercorariidae Floresta Água Norte Celcoimbra Ave Marinha Latina Pássaro Litoral Atlântico Bicho Amazônia Pará Brasil Parasitic Jaeger  Arctic Skua

VENDA DE PEIXES ORNAMENTAIS DA AMAZÔNIA      ENGLISHSymphysodon discus - Wild Discus

Existem centenas de espécies e variações de peixes amazônico ornamentais.

Conheça algumas dessas espécies clicando em cima dos links:

 

Astronotus ocellatus - Acará-açu

Acarichthys heckelii - Acarazinho Requeu

 

Apistogramma (Gênero) - Acará Anão

Apistogramma agassizii

Apistogramma bitaeniata

Apistogramma eunotus

Apistogramma hippolytae

Apistogramma pertensis

Apistogramma taeniata

 

Biotodoma cupido - Acará Salema

Biotecus opercularis - Acará Saracá

Caquetaia spectabilis - Acará Pérola

 

Characiformes (Ordem)

Carnegiella (Gênero Peixe-borboleta)

Carnegiella marthae - Peixe-borboleta-prateada

Carnegiella schereri - Peixe-borboleta-de-pontos

Carnegiella strigata - Peixe-borboleta-listrada

Chalceus (Gênero) - Peixe Araripirá

Chalceus erythrurus - Peixe Rabo de Fogo

Chalceus macrolepidotus - Peixe Arari Vermelho

Copella arnoldi - Peixe Piratantã

Gnathocharax steindachneri - Tetra-aruanã

Hemigrammus bleheri - Rodostomus

Hemigrammus stictus - Tetra Stictus

Hemiodus gracilis - Cruzeiro-do-Sul

Heterocharax macrolepis - Tetra Violeta

Hyphessobrycon cachimbensis - Tetra Cachimbo

Hyphessobrycon copelandi - Tetra Pena

Hyphessobrycon eque - Tetra Mato Grosso

Hyphessobrycon pulchripinnis - Tetra Limão

Hyphessobrycon scutulatus - Tetra Ouro

Hyphessobrycon vilmae - Neon Chocolate

Leporinus fasciatu - Piau-flamengo

Nannostomus eque - Peixe-lápis Marrom

Nannostomus unifasciatus - Peixe-lápis 1 linha

Paracheirodon axelrodi - Tetra Cardinal

Paracheirodon innesi - Tetra Neon

 

Colomesus asellus - Baiacu Amazônico

 

Crenicichla (Gênero) - Jacundás

Crenicichla acutirostris - Jacundá Flamengo

Crenicichla johanna - Jacundá Olho de Fogo

Crenicichla lugubris - Jacundá Vermelho

Crenicichla macrophthalma  - Jacundá Olhudo

Crenicichla marmorata - Jacundá de Mármore

Crenicichla regani - Jacundá de Folha

Crenicichla stocki - Jacundá da Linha Branca

Crenicichla strigata - Jacunda Riscado

Crenicichla vittata - Jacundá Banana

 

Dicrossus maculatus - Xadrezinho

 

Geophagus (Gênero) - Chaperema

Geophagus altifrons - Chaperema Amarelo

Geophagus megasema - Chaperema Vermelho

Geophagus proximus - Chaperema Mancha de Olho

 

Heros (Gênero) - Acará Severo

Heros efasciatus - Acará Severo

Heros notatus - Acará Severo de Pontos

Heros severus - Acará Severo Peba

 

Laetacara curvicep - Acara curviceps

 

Loricariidae (Família) - Plecos

Baryancistrus sp. "L142" - Acari Bola Branca  "LDA 33"

Farlowella amazona - Peixe Galho

Hemiancistrus sabaji "L075" - Acari Tigre de Bola

Hemiancistrus snethlageae "L141" - Acari Aba Branca

Hypancistrus sp. "L260" - Acari Pão

Hypancistrus sp. "L262" - Acari Pão Pigmentado

Hypancistrus sp. "L333" - Acari Pão Alenquer

Hypancistrus zebra - Acari Zebra

Hypostomus soniai "L137" - Acari Violeta

Leporacanthicus joselimai "L264" - Acari Onça

Panaque armbrusteri "L027" - Acari Boi de Bota

Panaque sp "L271" - Acari Cara de Pão

Peckoltia compta "L134" - Acari Picota Ouro

Peckoltia vittata  "L015" - Acari Teoro

Pseudacanthicus sp. "L097" - AcarI Assacu

Pseudacanthicus sp. "L273" - Acari Red Titanic

Pseudacanthicus sp. "L273" - Acari Yellow Titanic

Pseudancistrus sp. "L259" - Acari Cara Chata

Scobinancistrus pariolispos "L133" - Acari Cotia

Spectracanthicus murinus - Acari Bicudo

 

Mesonauta festivus - Acará Festivo

Monocirrhus polyacanthus - Peixe Folha

Pterophyllum scalare - Acará Bandeira

Retroculus xinguensis - Acará Xinguensis

 

Satanoperca - Acará Porquinho

Satanoperca acuticeps - Acará 5 Pontos

Satanoperca jurupari - Acará Jurupari

Satanoperca lilith - Acará 3 Pontos

Satanoperca pappaterra - Acarazinho

 

Symphysodon aequifasciatus - Acará Disco

Symphysodon discus (Variedades) - Acará Disco

Symphysodon discus - BARRA MANSA

Symphysodon discus - BLUE FACE

Symphysodon discus - BROWN

Symphysodon discus - CUIPEUA

Symphysodon discus - CURUÁ

Symphysodon discus - GRAY GREEN

Symphysodon discus - HECKEL

Symphysodon discus - INANU

Symphysodon discus - LAGO GRANDE

Symphysodon discus - NHAMUNDÁ

Symphysodon discus - MIX

Symphysodon discus - ORANGE LAGO GRANDE

Symphysodon discus - ROYAL

Symphysodon discus - SEMIROYAL

Symphysodon discus - SOLID

 

Taeniacara candidi - Torpedinho

 Teleocichla proselytus - Jacundá da Pedra

Uaru amphiacanthoides - Acará Baru

Symphysodon discus - Wild Discus

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WAWATU DA AMAZÔNIA 

 

      Na Amazônia, do século XIX, devido à cobiça pela borracha, Wawatu, cunhatã do clã Aruak, tem sua aldeia dizimada por brancos. Apesar de ser forçada a viajar para um local desconhecido, casar-se com guerreiro de origem Karib e sofrer com as diferenças de costumes de seus familiares, ela se apaixona.

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