O maçarico rasteirinho é uma ave polar migratória, presente no Brasil ao longo do litoral, que ocasionalmente sobe o rio Amazonas, sendo muito comum encontrá-la no período do inverno, pescando e caçando nas beiradas do Atlântico da Amazônia.

      O habitat natural desse animal é a tundra, bioma das regiões frias que se caracteriza pela pouca fauna e flora e pela presença de geleiras. Na América do Norte eles se reproduzem e logo deixam o inverno boreal para passar o verão austral em locais mais quentes.

      Estas pequenas aves marinhas são muito ativas e exibem-se correndo ao longo das praias arenosas, lagos ou pântanos, sondando a areia, a lama ou forrageando atrás sementes, larvas, ovas, pequenos caranguejos e outros invertebrados.

     Durante sua migração na primavera do Canadá para a América do Sul devoram uma enorme quantidade de ovos de caranguejos-ferradura, límulo, na área da baía de Delaware, nos Estados Unidos, sendo por isso, considerados indesejáveis e caçados pelos locais que tem uma grande lucratividade com a pesca deste tipo de crustáceo.

     As principais características físicas do maçarico rasteirinho, na plumagem de descanso que manifesta na Amazônia, são:

  • ·Mede cerca de 14 cm.

  • ·O bico e olhos são pretos.

  • ·As pernas, pés e dedos são negros.

  • ·Possui cabeça e pescoço tingidos de cinza claro.

  • ·O dorso é cinza-amarronzado escuro.

  • ·A parte ventral do corpo é coberta de penas brancas.

  • ·O macho e a fêmea de maçarico rasteirinho têm aparência semelhante, apresentando dismorfismo sexual apenas devido as fêmeas serem maiores que os machos.

  • Durante o estado juvenil, esta espécie de maçarico apresenta tom mais escuro na cabeça formando uma espécie de boné.

     No período de acasalamento os adultos voltam para o Canadá. Os machos chegam primeiro e marcam seu território, onde escavam ninhos no chão. As fêmeas, monogâmicas, chegam após uma semana. Escolhem um macho, revestem um ninho com folhas e musgos.

     A fêmea coloca de 3 a 4 ovos esverdeados manchados de marrom, que são chocados pelo par por cerca de 20 dias.

     O filhote nasce nidífugo, coberto de penas, capaz de caminhar e se alimentar sozinho. Nos primeiros 7 dias, são aquecidos e protegidos pelos pais.  A fêmea abandona as crias e parte após 1 semana.  O pai demora 2 semanas cuidando dos filhos. Com 14 dias, os imaturos começam a voar. Com 18 dias já estão voando bem. O bando de jovens maçaricos parte juntos para os locais mais quentes após completarem 30 dias e só voltam um ano depois para reproduzir.

     Quando buscam os litorais mais quentes, durante os voos de migração ou enquanto permanecem em locais de invernada os adultos e juvenis não se segregam.

      Esses animais são gregários, dormem juntos e vivem na natureza cerca de 16 anos.

SCOLOPACIDAE - Calidris pusilla

     NIDÍFUGOS OU PRECOCIAL = nascem cobertos de penas, são capazes de se alimentar sozinhos e de  caminhar ou nadar, saindo do ninho e acompanhando os pais.

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VENDA DE PEIXES ORNAMENTAIS DA AMAZÔNIA      ENGLISHSymphysodon discus - Wild Discus

Existem centenas de espécies e variações de peixes amazônico ornamentais.

Conheça algumas dessas espécies clicando em cima dos links:

 

Astronotus ocellatus - Acará-açu

Acarichthys heckelii - Acarazinho Requeu

 

Apistogramma (Gênero) - Acará Anão

Apistogramma agassizii

Apistogramma bitaeniata

Apistogramma eunotus

Apistogramma hippolytae

Apistogramma pertensis

Apistogramma taeniata

 

Biotodoma cupido - Acará Salema

Biotecus opercularis - Acará Saracá

Caquetaia spectabilis - Acará Pérola

 

Characiformes (Ordem)

Carnegiella (Gênero Peixe-borboleta)

Carnegiella marthae - Peixe-borboleta-prateada

Carnegiella schereri - Peixe-borboleta-de-pontos

Carnegiella strigata - Peixe-borboleta-listrada

Chalceus (Gênero) - Peixe Araripirá

Chalceus erythrurus - Peixe Rabo de Fogo

Chalceus macrolepidotus - Peixe Arari Vermelho

Copella arnoldi - Peixe Piratantã

Gnathocharax steindachneri - Tetra-aruanã

Hemigrammus bleheri - Rodostomus

Hemigrammus stictus - Tetra Stictus

Hemiodus gracilis - Cruzeiro-do-Sul

Heterocharax macrolepis - Tetra Violeta

Hyphessobrycon cachimbensis - Tetra Cachimbo

Hyphessobrycon copelandi - Tetra Pena

Hyphessobrycon eque - Tetra Mato Grosso

Hyphessobrycon pulchripinnis - Tetra Limão

Hyphessobrycon scutulatus - Tetra Ouro

Hyphessobrycon vilmae - Neon Chocolate

Leporinus fasciatu - Piau-flamengo

Nannostomus eque - Peixe-lápis Marrom

Nannostomus unifasciatus - Peixe-lápis 1 linha

Paracheirodon axelrodi - Tetra Cardinal

Paracheirodon innesi - Tetra Neon

 

Colomesus asellus - Baiacu Amazônico

 

Crenicichla (Gênero) - Jacundás

Crenicichla acutirostris - Jacundá Flamengo

Crenicichla johanna - Jacundá Olho de Fogo

Crenicichla lugubris - Jacundá Vermelho

Crenicichla macrophthalma  - Jacundá Olhudo

Crenicichla marmorata - Jacundá de Mármore

Crenicichla regani - Jacundá de Folha

Crenicichla stocki - Jacundá da Linha Branca

Crenicichla strigata - Jacunda Riscado

Crenicichla vittata - Jacundá Banana

 

Dicrossus maculatus - Xadrezinho

 

Geophagus (Gênero) - Chaperema

Geophagus altifrons - Chaperema Amarelo

Geophagus megasema - Chaperema Vermelho

Geophagus proximus - Chaperema Mancha de Olho

 

Heros (Gênero) - Acará Severo

Heros efasciatus - Acará Severo

Heros notatus - Acará Severo de Pontos

Heros severus - Acará Severo Peba

 

Laetacara curvicep - Acara curviceps

 

Loricariidae (Família) - Plecos

Baryancistrus sp. "L142" - Acari Bola Branca  "LDA 33"

Farlowella amazona - Peixe Galho

Hemiancistrus sabaji "L075" - Acari Tigre de Bola

Hemiancistrus snethlageae "L141" - Acari Aba Branca

Hypancistrus sp. "L260" - Acari Pão

Hypancistrus sp. "L262" - Acari Pão Pigmentado

Hypancistrus sp. "L333" - Acari Pão Alenquer

Hypancistrus zebra - Acari Zebra

Hypostomus soniai "L137" - Acari Violeta

Leporacanthicus joselimai "L264" - Acari Onça

Panaque armbrusteri "L027" - Acari Boi de Bota

Panaque sp "L271" - Acari Cara de Pão

Peckoltia compta "L134" - Acari Picota Ouro

Peckoltia vittata  "L015" - Acari Teoro

Pseudacanthicus sp. "L097" - AcarI Assacu

Pseudacanthicus sp. "L273" - Acari Red Titanic

Pseudacanthicus sp. "L273" - Acari Yellow Titanic

Pseudancistrus sp. "L259" - Acari Cara Chata

Scobinancistrus pariolispos "L133" - Acari Cotia

Spectracanthicus murinus - Acari Bicudo

 

Mesonauta festivus - Acará Festivo

Monocirrhus polyacanthus - Peixe Folha

Pterophyllum scalare - Acará Bandeira

Retroculus xinguensis - Acará Xinguensis

 

Satanoperca - Acará Porquinho

Satanoperca acuticeps - Acará 5 Pontos

Satanoperca jurupari - Acará Jurupari

Satanoperca lilith - Acará 3 Pontos

Satanoperca pappaterra - Acarazinho

 

Symphysodon aequifasciatus - Acará Disco

Symphysodon discus (Variedades) - Acará Disco

Symphysodon discus - BARRA MANSA

Symphysodon discus - BLUE FACE

Symphysodon discus - BROWN

Symphysodon discus - CUIPEUA

Symphysodon discus - CURUÁ

Symphysodon discus - GRAY GREEN

Symphysodon discus - HECKEL

Symphysodon discus - INANU

Symphysodon discus - LAGO GRANDE

Symphysodon discus - NHAMUNDÁ

Symphysodon discus - MIX

Symphysodon discus - ORANGE LAGO GRANDE

Symphysodon discus - ROYAL

Symphysodon discus - SEMIROYAL

Symphysodon discus - SOLID

 

Taeniacara candidi - Torpedinho

 Teleocichla proselytus - Jacundá da Pedra

Uaru amphiacanthoides - Acará Baru

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WAWATU DA AMAZÔNIA 

 

      Na Amazônia, do século XIX, devido à cobiça pela borracha, Wawatu, cunhatã do clã Aruak, tem sua aldeia dizimada por brancos. Apesar de ser forçada a viajar para um local desconhecido, casar-se com guerreiro de origem Karib e sofrer com as diferenças de costumes de seus familiares, ela se apaixona.

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